sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Residencial San Paolo no José Menino / Santos







Residencial San Paolo/Santos
01 e 02 dorms +Coberturas




Atraso na entrega de imóveis é um dos principais conflitos do mercado imobiliárioO consumidor que sofre esse tipo de dano material tem direito de receber o equivalente a cada mês de atraso do imóvel

CorreioWeb - Lugar Certo
Publicação: 28/08/2012 12:12 Atualização:
O momento é de super aquecimento do mercado imobiliário. Com tanta demanda, muitas construtoras não conseguem concluir a obra no prazo previsto e o atraso da entrega dos imóveis se torna uma das principais reclamações no setor de habitação. Que não é o caso da construtora ANGOHOA de Santos,que está em seu 2° empreendimento que é o Residencial San Paolo,com previsão de entrega para Abr/14,que está sendo construído no bairro José Menino.Serão aptos de 01 e 02 dorms + coberturas + 01 ou 02 vagas.O seu 1° empreendimento o Residencial San Pietro,também em Santos foi entregue dentro do prazo estabelecido.Portanto uma oportunidade interessante,de concretizar a compra de seu imóvel próximo da praia e no prazo previsto.
 
Segundo José Geraldo Tardin, presidente do Instituto de Defesa do Consumidor (Ibedec), o atraso da entrega dos imóveis causa dano material e o consumidor tem direito de receber a multa, se caso constar no contrato, e lucro cessante, que é previsto em lei. “A empresa antes de fazer o contrato deve pensar no tempo que vai precisar para deixar o imóvel pronto para que a entrega não atrase. Para o consumidor não interessa o motivo do atraso. De qualquer forma, a construtora é obrigada a arcar com as conseqüências”, explica. 
 
Tardin esclarece que, em uma situação hipotética, onde um imóvel de R$ 400 mil reais deveria ter sido entregue há 10 meses atrás, o consumidor teria direito de receber R$ 20 mil reais de indenização. “Esse imóvel possui um provável valor de aluguel mensal de R$ 2 mil reais. Esse valor de 2 mil multiplicado pelos 10 meses de atraso resultam em uma quantia de R$ 20 mil reais, que seria o valor da indenização que a construtora deveria pagar ao cliente que foi lesado”. 
Os atrasos acontecem por variados motivos, um deles se dá por conta das vistorias que os órgãos e entidades fazem nos imóveis para a liberação do documento Habite-se. Muitas vezes, a vistoria encontra inadequações e a construtora é obrigada a refazer as instalações para uma nova vistoria, até que o imóvel seja devidamente aprovado e o documento Habita-se seja liberado. 
 
Todas as construções ou edificações destinadas à habitação necessitam do documento Habite-se, que autoriza o início da utilização efetiva do lugar e comprova que o imóvel foi construído seguindo as exigências como, por exemplo, adequação a legislação e ao projeto, instalações hidráulicas e elétricas, entre outras. No caso do Distrito Federal, os órgãos que fiscalizam as obras são a CEB (Companhia Energética de Brasília), Caesb (Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal.), Novacap (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), Corpo de Bombeiros e Agefis (Agência de Fiscalização do Distrito Federal). Cada entidade atesta as condições de habitabilidade para a autorização desse documento.

MPDFT recomenda mudanças no processo de fiscalização dos imóveis 

A Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão (PDDC) expediu, na última sexta-feira (17), uma recomendação ao diretor-presidente da Agência de Fiscalização do DF (Agefis), solicitando que somente seja emitido relatório favorável à concessão do Habite-se após a expedição de laudos favoráveis por todos os órgãos e entidades legalmente responsáveis pela vistoria – CEB, Caesb, Novacap e Corpo de Bombeiros. 
 
A prática dos agentes da Agefis que consistente na emissão dos relatórios antes da conclusão das obras de infraestrutura elétrica, ou seja, sem a aprovação da CEB pode configurar crime. De acordo com o art. 299 do Código Penal Brasileiro, “declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante” é considerada infração.
 
Segundo Jairo Lopes, procurador chefe do departamento jurídico da Agefis, a Agência verifica o que é de competência dela – adequação ao projeto, se há ou não facilidades para portadores de deficiência, se a obra está sinalizada. “Não é função da Agefis fiscalizar as instalações hidráulicas e elétricas, por exemplo. Nós fiscalizamos o que é nosso dever”, afirma. 
Segundo ele a Agefis vai, a partir de agora, seguir a recomendação que foi colocada e só irá conceder o documento favorável à liberação do Habite-se após todas as outras entidades confirmarem favoráveis condições de habitabilidade.


Para maiores informações sobre o Residencial San Paolo,entre em contato com:

Wilson Assunção Creci 89944
013 91158446
R.Dr.Tolentino Filgueiras 72-Gonzaga-Santos
www.carlosmeschini.com.br









quarta-feira, 18 de julho de 2012

Residencial Abrolhos/Santos!



Neste momento tão importante para a construção civil na Baixada Santista, a Luxor Empreendimentos Imobiliários Ltda. lança os Residenciais Manaíra e Imbassaí em um dos últimos terrenos de frente para o mar em Santos. São edifícios diferenciados pela estética e elementos construtivos apresentados, com projeto arquitetônico executado dentro das exigências atuais e o diferencial de oferecer áreas de lazer amplas e totalmente voltadas para a bela praia do José Menino e seus monumentos, visando proporcionar o infinito bem-estar de contemplar o mar da Baía de Santos.
















Edifício de 8 andares com apartamentos de 1 ou 2 dormitórios com ou sem suítes,
mas todos com lavabo.

6 coberturas duplex com 1, 2 ou 3 suítes
contendo piscina e churrasqueira.
O maior diferencial do empreendimento é sua área de lazer com ítens que não constam em um edifício deste porte fora da orla da praia:
- amplo salão de festas com churrasqueira e terraço;
- sala de fitness;
- vestiário completo;
- piscina aquecida.

O edifício residencial Abrolhos fica no bairro Campo Grande, na Rua Visconde de Farias
há apenas duas quadras da Av: Francisco Glicério.
OBS.:
TODA A ÁREA COMUM DO EDIFICIO, INCLUSIVE PORTÕES E SEGURANÇA CONTARÁ COM GERADOR DE ENERGIA ELÉTRICA.


Contato com o consultor imobiliário;
Wilson Assunção/Creci 89944
013 91158446 // casew1957@hotmail.com








terça-feira, 17 de julho de 2012

LEGACY TOWER - SALAS COMERCIAIS - SANTOS / SP — Santos





Ter10/07/12 - 15h35

Pré-sal faz triplicar a oferta de escritório comercial em Santos

Valor Econômico
Puxado pela indústria do petróleo e gás, o mercado de escritórios corporativos na cidade de Santos (SP) mais que triplicará até 2015, totalizando 213 mil metros quadrados úteis. Atualmente, o estoque de prédios corporativos na cidade litorânea que tenham ar condicionado central e laje mínima de 250 metros quadrados (critérios de padrão de qualidade usada pelo setor) restringe-se a apenas 63 mil metros quadrados.
Trata-se de uma parcela pequena, de cerca de 18% do total disponível para locação, especialmente para multinacionais que estão desembarcando no município e, muitas vezes, precisam cumprir padrões exigidos das matrizes. A pouca oferta é resultado do histórico de baixo crescimento do setor imobiliário em Santos, represado pela queda da atividade econômica que persistiu até a modernização do porto e as descobertas do pré-sal na Bacia de Santos - ambos fenômenos ocorridos durante a década passada.
"Nos últimos quatro anos Santos ganhou papel muito importante no cenário econômico por conta dos investimentos anunciados pela Petrobras. A cidade passou a ser vista com outros olhos", afirma Adriano Sartori, diretor de locação da CB Richard Ellis, consultoria imobiliária focada, entre outros, em análise e estudos de viabilidade no setor de escritórios, galpões industriais e logísticos e shoppings, e que conduziu a pesquisa.
A expansão da oferta de edifícios corporativos de melhor padrão foi inaugurada com o anúncio da construção de sede da Petrobras em Santos. De acordo com Sartori, a indústria do petróleo e gás atrai uma cadeia de empresas mais extensa que a do comércio exterior.
Em 2008, a estatal adquiriu um terreno de 25 mil metros quadrados no bairro do Valongo para erguer a base de controle das operações da Bacia de Santos, que abrange uma área que vai de Santa Catarina ao Rio de Janeiro. O investimento da estatal, de R$ 380 milhões, compreende a construção de um complexo de três torres com capacidade para abrigar mais de 6 mil funcionários. As torres serão erguidas em fases - as obras da primeira torre começaram em julho de 2011 e estão previstas para terminar no próximo ano.
A escassez de edifícios de alto padrão na cidade de Santos fez com que o valor de locação dos imóveis comerciais disponíveis subisse rapidamente. No prédio de uma companhia de navegação internacional - que teve de construir seu próprio edifício, o único "triple A" em funcionamento atualmente em Santos - o valor do aluguel dobrou nos últimos dois anos.
Hoje, o valor pedido nos edifícios classe A em Santos ficam entre R$ 75,00 e R$ 80,00 por metro quadrado. Pesquisa da consultoria feita no primeiro trimestre na capital São Paulo aponta que o valor pedido por metro quadrado na Avenida Paulista foi de R$ 75,00 a R$ 125,00.
"Em São Paulo os valores levaram entre cinco e seis anos para dobrar", compara o executivo, referindo-se ao preço médio na regiões da Paulista, dos Jardins e da Marginal Pinheiros entre 2006 e 2012. "Em Santos foi mais rápido porque não tinha oferta de qualidade", pondera.
O estoque total imobiliário comercial de Santos construído a partir de 1965 é de 350 mil metros quadrados - entre todos os padrões de qualidade. De acordo com Sartori, o crescimento anual até o anúncio da sede da Petrobras apresentou taxas menores que 5%. Atualmente, o índice de vacância (relação entre o volume de imóveis disponíveis e o total existente) do mercado de escritórios na cidade de Santos está em 6,5%.
"O mercado está com alta taxa de ocupação", afirma o economista Robert Michel Zarif, que elabora estudos sobre a Baixada Santista para o Sindicato da Habitação (Secovi-SP). Segundo ele, a indústria vem nos últimos anos produzindo "o mesmo" e não atentou para a demanda do mercado.Com o lançamento do Legacy Tower,o mercado ganha uma nova cara quanto ao quesito alta tecnologia,modernidade e valor interessante.O volume de estoque remanescente na faixa de 41 a 60 metros quadrados era o maior em abril (data da última pesquisa), com 458 unidades. A oferta remanescente diminui à medida que aumenta a área da laje. Na categoria acima de 251 metros quadrados havia apenas uma unidade em oferta no momento da pesquisa.


LEGACY TOWER > SALAS COMERCIAIS




















O projeto arquitetônico das salas comerciais a venda na planta do Legacy Tower oferece a privacidade e segurança tão desejadas.
Quem assina o projeto do Legacy Tower é profissional experiente em salas comerciais a venda na planta e teve como preocupação principal desenvolver salas comerciais seguras e com preços competitivos se comparados aos preços de salas comerciais a venda na planta no bairro Encruzilhada da cidade de Santos. Próximo de tudo que sua empresa precisa
No Legacy Tower você encontrará Salas Comerciais a venda na planta em estágio de lançamento com áreas privativas no preço que tanto procurava. Nas plantas das salas comerciais a venda do Legacy Tower você poderá conferir que foram muito bem planejadas e poderá realizar o projeto interior dentro da sua necessidade.
*** DESCRIÇÃO DO PRODUTO:
SALAS COMERCIAIS E COPRPORATIVAS DE 40 A 554 m²
TERRENO 1.500 m²
1 TORRE - 170 SALAS
10 POR ANDAR
TODAS UNIDADES COM TERRAÇO
5 ELEVADORES SOCIAL E (1) UM ESPECIFICO PARA MACA
177 VAGAS COM SERVIÇO VALET
LOUNGE - CAFÉ
3 SALAS DE REUNIÃO
Lobby com pé-direito duplo
Controle de acesso com catraca eletrônica
Sistema Wi-Fi nas áreas comuns
Acesso com rampa mecanica para portadores de necessidades especiais



Consultor imobiliário Wilson Assunção Creci 89944
wilson@carlosmeschini.com.br / casew1957@hotmail.com
013 91158446





sexta-feira, 29 de junho de 2012

Residencial Panoramic/Santos!



RESIDENCIAL PANORAMIC canal 03/Santos


Nº de Torre: torre única com 2 blocos (A e B)

Nº de Pavimentos: 1 Subsolo, Térreo, Mezanino, 10 Pavimentos Tipo e Cobertura Lazer

Produto: 1, 2 e 3 Dormitórios (61 a 85m²/ 1 ou 2 vagas)

Total de Vagas: 131

Nº de Elevadores: 4

Ar-condicionado: Infraestrutura nos dormitórios e sala

Áreas comuns entregues decoradas e equipadas

Guarita blindada com segurança 24hs








Hipótese de bolha imobiliária é descartada por fundos e incorporadoras


Avaliação vai na contramão de alerta do BIS, que apontou distorções no mercado brasileiro, provocadas pelo forte ciclo de alta no preço dos imóveis


27 de junho de 2012 | 14h 49

Circe Bonatelli, da Agência Estado
SÃO PAULO - A hipótese de uma bolha imobiliária no Brasil foi descartada hoje por executivos de incorporadoras, fundos de investimento e bancos, que se encontraram na capital paulista para debater as oportunidades e riscos do setor. As opiniões desses representantes do mercado vão na contramão do alerta feito nesta semana pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês), que apontou distorções no mercado brasileiro causadas pelo forte ciclo de alta no preço dos imóveis.A Incorporação Setin Empreendimentos Imobiliários e a SRW Engenharia,estão lançando em Santos o Residencial Panoramic na Washington Luizc/Ana Costa e a Conselheiro Nébias,no canal 03.O empreendimento terá aptos de 01,02 e 03 dorms,O residencial oferece rápido acesso para todas as regiões, inclusive com o futuro VLT, metrô de superfície, e muitas facilidades no entorno,
Na avaliação do diretor executivo da gestora de recursos GP Investiments, Antônio Ferreira, o Brasil não tem características que sinalizem a formação de uma bolha. Ferreira observa que a maioria dos negócios com imóveis no País é realizada por pessoas que buscam moradia e não ganhos com aluguel ou revenda, favorecendo a especulação, como ocorreu na bolha dos Estados Unidos.
Além disso, os financiamentos nos bancos privados brasileiros representam cerca de 55% do valor dos imóveis, o que indica um nível de endividamento moderado das famílias ante os EUA, onde esse valor chegava a 110%, comparou, durante encontro realizado pelo Centro de Tecnologia de Edificações (CTE) nesta manhã, em São Paulo.
O diretor da GP também acredita que a escalada no preço dos imóveis está fundamentada na ampliação do total de consumidores capazes de adquirir uma casa própria nos últimos anos, beneficiados pela melhora da renda e da oferta de crédito. "O preço subiu, mas tem fundamento na demanda", afirmou Ferreira.
Na avaliação do diretor de Relações com Investidores da incorporadora Eztec, Emílio Fugazza, a escalada dos preços também está relacionada ao aumento dos custos para construção das habitações. "O preço subiu, mas as margens de lucro das empresas de construção caíram", disse, atribuindo o cenário à alta dos custos com mão de obra e terrenos.
A tendência é que o mercado imobiliário continuará em expansão e que o apetite dos bancos pelo crédito habitacional siga crescente, na opinião do gerente geral de crédito imobiliário do Banco do Brasil em São Paulo, Francisco Martinez. Segundo ele, o crédito imobiliário deve atingir o montante de R$ 1,3 trilhão até 2020 no País, o que significa sair de uma fatia equivalente a 5% do Produto Interno Bruto (PIB) atualmente para 16% nos próximos oito anos, patamar semelhante ao já verificado em países como Chile e México.
O executivo lembra que o Brasil tem um déficit de 7 milhões de moradias, verificado principalmente entre as classes de renda média e baixa, o que caracteriza uma demanda reprimida. "O sonho da casa própria continua em primeiro lugar na mente dos brasieiros. Isso explica a estratégia dos bancos de varejo em aumentar seus negócios de crédito imobiliário, que representam uma oportunidade importante de relacionamento de longo prazo com os clientes", disse.
Martinez frisou que o Banco do Brasil tem objetivo de assumir a segunda posição no mercado de crédito habitacional até 2014. Hoje, o banco tem 3,7% do mercado e ocupa a quinta posição. A Caixa Econômica Federal segue em primeiro lugar, com cerca de 70% do mercado.

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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Residencial San Poalo,José Menino/Santos!


Residencial San Paolo,01 e 02 dorms + Cob


As Origens dos Layouts das Plantas nos Imóveis de Hoje.



O Residencial San Paolo,oferece a você e a sua família a comodidade e a praticidade,que necessita.Oferecendo uma planta simples, e bem distribuída em cada área do imóvel.
“A família nuclear com pai, mãe e filhos já era menos da metade em 2005″, afirma o arquiteto Fábio Queiroz, do Nomads. A Síntese dos Indicadores Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que, entre 1995 e 2005, na Região Sudeste, o porcentual de famílias com essa formação caiu de 56,6% para 48,5%. “Tivemos ainda uma revolução nas relações familiares e nos costumes, enquanto as plantas continuam obedecendo ao modelo consolidado na Belle Époque (fim do século 19 até a 1ª Guerra Mundial)”, conta.

Esse modelo segue os padrões de comportamento da época: de negação da rua, em que a família e as mulheres viviam isoladas do convívio com estranhos e os empregados deveriam cumprir suas tarefas sem incomodar. “A origem da copa vem desse costume. Em francês, se chama ‘office’ e era o cômodo de ligação entre a área da família e a de serviços, chamada de área de rejeição”, explica Queiróz. Apenas a dona da casa se dirigia ao local, para dar ordens ao empregado mais graduado, e jamais entrava na área de rejeição ? a dos trabalhadores.

A posição da copa entre a área de serviço e a sala de estar se mantém até os nossos dias. “Hoje, já não é mais comum separar a sala de jantar da de estar, mas o desenho continua o mesmo. A cozinha ou está nos fundos do apartamento ou em um corredor e sempre termina na área de serviço. Só que hoje, cozinhar não é mais uma atividade cotidiana”, diz.

Com a entrada da mulher no mercado de trabalho, o almoço cotidiano acontece cada vez mais na rua e se deixa para cozinhar nos finais de semana, como uma forma de convívio com a família e amigos. “A moda gourmet surge dessa mudança, assim como as cozinhas integradas e as varandas gourmets. Mas essa é uma solução mercadológica, pois a sua localização na planta não muda”, diz.

A cozinha integrada, ou de Frankfurt, é resultado de uma revisão da cozinha ocorrida na Europa com o movimento moderno. “É compacta, prática e fica no centro da casa. Inclui quem está cozinhando, que pode controlar o movimento da casa.”

Marketing - Sobre as varandas gourmets, Queiróz afirma: “Ter um espaço aberto e amplo, equipado para receber os amigos, é um dos mais caros desejos da grande maioria dos compradores. Nos apartamentos-modelo, essas varandas são decoradas para seduzir o cliente, mas dificilmente irão cumprir esse papel”, garante o pesquisador.

Segundo Queiróz, a decoração em geral usa materiais de acabamento e equipamentos de altíssimo padrão em unidades voltadas para um público, no máximo, de classe média, que não terá condições de montá-la daquela maneira. “Além disso, em São Paulo há o problema da fuligem e do barulho e também da vista, que na maioria das vezes não é agradável”, afirma. O resultado é que o comprador acaba fechando a varanda, o que além de ilegal pode criar problemas de ventilação, reduzindo a qualidade da moradia. “E aquele desejo permanece um sonho.”

O arquiteto diz que a varanda é uma jogada de marketing porque a verdadeira razão da sua existência nos projetos modernos é uma questão de mercado. “O código de obras de São Paulo não considera a metragem da varanda como área útil para os cálculos de aproveitamento do terreno. Assim, se ela tem 25 m², a cada dez unidades ganham-se 250 metros quadrados de área possível”, explica. Em prédios com apartamentos de 50 metros quadrados, isso significa quatro unidades a mais.

É preciso ressaltar que o fechamento desse espaço é ilegal e pode gerar multas e uma ordem de abri-la novamente, caso o imóvel seja alvo de vistoria dos técnicos da Prefeitura. “Só que raramente isso acontece e muitos corretores usam essa possibilidade, de aumentar os espaços fechando a varanda, como argumento de venda”, conta.

Encontrar um desenho que atenda às necessidades atuais da família e se enquadre nas condições do mercado, com restrições de custo e de espaço, é o maior desafio da arquitetura, na opinião de Fábio Queiróz, pesquisador do Nomads.usp.

Mudança - “A estrutura oitocentista não funciona numa área tão pequena. O quarto hoje tem que abrigar TV, computador, mesa de estudo, além da cama e isso é inviável em seis metros quadrados, que é a metragem média dos projetos”, afirma.

O mesmo ocorre com o banheiro, hoje confinado em 1,5 metro quadrado, insuficiente até mesmo para a sua função básica. “E as pessoas gostam de se trocar e se arrumar no banheiro, que para isso deve guardar uma série de equipamentos e materiais.”

Queiróz propõe a criação de espaços com vários usos, o que pode ser facilitado com a adoção de modernos sistemas de automação. “É possível criar um projeto que proponha o uso de painéis móveis, por exemplo, e testar a posição da cozinha. O problema é que o mercado tem resistência, pois teme ter dificuldades na venda”, diz.

Segundo o arquiteto, essas experiências são mais comuns no exterior (algumas delas ilustram essa página), inclusive para habitações populares. “No Brasil, temos apenas experiências de flexibilização de plantas, que não muda muita coisa, pois o espaço é pequeno. Não dá para fugir do padrão em 70, 50 metros quadrados”, diz. A casa dos sonhos ainda permanece um sonho.

A residência brasileira guarda o índio e o europeu - Uma habitação tem um programa de necessidades, de onde surge uma lista de cômodos, hoje com no mínimo 20 itens.”É essa lista que define a planta”, ensina o arquiteto Carlos Lemos, professor da pós-graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e conselheiro do Museu da Casa Brasileira.

Na casa do índio, as primeiras no Brasil, existem dezenas de superposições de funções em um mesmo espaço. “Esse programa foi a base da casa dos bandeirantes, que eram mamelucos”, conta. Acrescida de elementos da planta europeia, determinada por regras da Igreja Católica e do Código Civil europeu. “Por exemplo, os breves papais impediam que se exercesse qualquer procedimento católico no âmbito familiar. Os oratórios e capelas deveriam ser separados e com acesso independente”, explica. Além disso, usos e costumes de origem árabe segregavam a mulher, determinando a separação do quarto de hóspedes, para hospedagem dos viajantes, hábito comum. Por isso, surgiu o alpendre central, com a capela à direita e o quarto de hóspedes à esquerda. “A alcova é resultado da moral cristã”, diz o professor.

A grosso modo, esse tipo de moradia persistiu no Brasil rural até o Império. No século 19, com a entrada do dinheiro vindo da venda de borracha, cana-de-açúcar e sobretudo do café, houve uma modernização desse programa.

Divisão - “Veio a moda do morar à francesa, introduzido por Ramos de Azevedo, que obedecia ao programa com três zonas de funções definidas: repouso, social e de serviços, que tem como coração a cozinha.”

A planta deveria satisfazer esse programa e prever uma circulação em que se pudesse ir de uma zona a outra sem passar na terceira. Para facilitar, surgiu o vestíbulo (ou hall), um cômodo de passagem com saída para as três zonas. “Esse esquema durou até a chegada da arquitetura moderna, que não gosta muito disso. Então até certo ponto, voltou a satisfazer o programa antigo, de áreas superpostas”, conta.

A existência de plantas à moda francesa, hoje, segundo o professor, é determinada pelo comodismo. “Primeiro tinha os escravos e, depois, as empregadas domésticas, que faziam as tarefas chatas.”

No que diz respeito aos hábitos, hoje tudo ficou diferente. “A família não se reúne, nem nas refeições. Os filhos ficam confinados nos quartos, onde cada um tem o seu inferninho particular”, diz Lemos. Para evitar conflitos, tem-se de separar o ambiente de cada um, gerando uma dispersão na família.
O professor diz que há tolerância à superposição de funções, diferente entre as classes sociais. “As casas autoconstruídas pelas famílias de operários sobrepõe estar e serviço, enquanto a classe média alta, aceita a sobreposição do ambiente de repouso com o social.”

Fonte: Revista ZAP Imóveis e site O Gestor Imobiliário

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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Residencial San Paolo,José Menino/Santos!





Residencial San Paolo,José Menino/Santos

Aptos de 01 e 02 dorms +Cob


1/06/2012 - 04h10

Lançamento residencial quadruplica em Santos



CAROLINA MATOS
ENVIADA ESPECIAL A SANTOS

Os milhares de ciclistas chegam a Santos no início da manhã vindos de São Vicente são um reflexo da expansão imobiliária no município.
A multidão sobre duas rodas inclui empregados da construção civil, funcionários de condomínios e outros trabalhadores que prestam serviço diariamente na cidade a 72 quilômetros da capital.
O mercado segue aquecido, apesar da escassez e do encarecimento dos terrenos.
O número de lançamentos residenciais em Santos de janeiro a maio, 1.868 unidades, mais que quadruplicou em relação ao do mesmo período de 2011 e representa 65% do total do ano passado, segundo dados do Geoimovel, empresa de informações imobiliárias, para a Folha.
O valor do terreno triplicou em três anos, para R$ 9.000 o m² nos locais mais cobiçados, próximos à orla, e o do imóvel novo dobrou, para
R$ 7.000 o m², de acordo com estimativas de mercado.Mas ainda é possível encontrar empreendimentos cujo m² ainda bem interessante e abaixo de outros bairros,como por ex:Residencial San Paolo,(01 e 02 dorms) no bairro do José Menino em Santos,onde em média custa 5.708,00 o m² portanto oportunidades como essa que deve se aproveitar,principalmente como investimento num excelente negócio e localização.
A corrida de grandes construtoras a Santos foi impulsionada pela escolha, em 2008, da cidade como base da nova sede da Petrobras para exploração do pré-sal na região e pelo projeto para duplicar a área do maior porto do país até 2024.
Áreas durante muito tempo esquecidas pelas incorporadoras se valorizaram, como a Ponta da Praia, que é a porta de entrada para o porto.
"Mesmo cara, Santos continua atraente para as incorporadoras pela demanda que se espera a partir do pré-sal", diz Celso Amaral, diretor corporativo do Geoimovel e da Amaral D´Avila Engenharia de Avaliações.
A estimativa do município é que, depois de concluída, em 2016, a nova sede da Petrobras, na região do Valongo, abrigue cerca de 7.000 funcionários, boa parte vinda de outras cidades.
"Em cinco anos, o pré-sal poderá trazer reflexos até o Grande ABC, com empresas de serviços e funcionários da Petrobras se instalando em São Bernardo do Campo, por exemplo, a cerca de 30 minutos de Santos."
Apesar de ressaltarem o bom momento do mercado santista, imobiliárias afirmam que o ritmo de venda diminuiu. "Havia demanda reprimida por imóveis de alto padrão, mas que tem sido suprida", diz Vitor Ferramacho, sócio da Mega & VMF empreendimentos imobiliários.
"Agora, vejo procura crescente por terrenos para construções do Minha Casa, Minha Vida em São Vicente, onde há áreas mais baratas e mercado para esse perfil."
Editoria de Arte/Folhapress


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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Investimentos:Santos e região,continuam expandindo!




Residencial San Paolo,José Menino/Santos!
Aptos de 01 e 02 dorms + Coberturas



21/06/2012 - 04h00

Santos, Campinas, Sorocaba e São José dos Campos formam quadrilátero de expansão

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CAROLINA MATOS
DE SÃO PAULO
A escassez e o encarecimento de terrenos no mercado paulistano têm ajudado a encurtar as distâncias entre São Paulo e cidades vizinhas.
Municípios a até 100 quilômetros da capital paulista tornam-se polos de atração de empresas e pessoas que buscam endereços com boa infraestrutura, mais baratos e que permitam manter os vínculos com São Paulo.
De olho na demanda crescente, construtoras e imobiliárias colocaram no radar algumas regiões. No mapa da "megametrópole", destacam-se Santos (a 72 km da capital), Campinas (93 km), São José dos Campos (97 km) e Sorocaba (99 km), consideradas metrópoles regionais.
Essas cidades, que representam também municípios de suas áreas de abrangência imediata --como São Vicente e Praia Grande, na Baixada Santista, e Taubaté e Jacareí, no Vale do Paraíba--, formam um quadrilátero que, na avaliação de especialistas ouvidos pela Folha, tende a se adensar cada vez mais.
"A melhora das estradas e o crescimento das economias locais também contribuíram muito para alavancar o mercado imobiliário nesse quadrilátero", diz Flavio Amary, vice-presidente do interior do Secovi-SP, sindicato que representa as construtoras.
"Com um tempo menor de deslocamento entre os municípios, mais pessoas acham que vale a pena, mesmo trabalhando na capital, morar fora de São Paulo para ter mais qualidade de vida."
Além disso, a transformação de estradas em avenidas--como a via Dutra na região de São José dos Campos-- atrai condomínios para mais perto das rodovias.
Lucas Lima/Folhapress
Em São José dos Campos, trator faz terraplanagem na Vila Ema, um dos principais bairros a crescer
Em São José dos Campos, trator faz terraplanagem na Vila Ema, um dos principais bairros a crescer


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